Pouca gente sabe ou quer saber que Jesus falou sobre dinheiro em 16 das 38 parábolas. E Ele fez isso antes mesmo da Igreja existir. Por quê? Porque o problema nunca foi o dinheiro. O problema sempre foi a adoração ao que se possui.
Antes de templo, antes de sistema, já existia honra.
Abraão devolvia a Deus o melhor, não por obrigação, mas por revelação.
A Bíblia nunca tratou o dinheiro como inimigo; ela sempre tratou o coração como campo de prova.
Na Igreja primitiva, o que hoje se critica, ontem se praticava:
Eles sustentavam apóstolos, cuidavam de viúvas, enviavam missionários.
O Reino não cresce com discurso, cresce com participação.
Jesus foi claro: “quem anuncia o evangelho, viva do evangelho”.
É verdade: existe gente séria e existe gente mal-intencionada.
Existe quem transforme fé em comércio.
Mas existe quem transforme fé em comunhão, salvação e restauração de vidas.
A comparação que poucos fazem é simples:
Ninguém culpa médicos ruins por todos os médicos.
Ninguém generaliza uma profissão inteira por causa de desvios individuais.
Por que, então, fazem isso com o Reino?
Deus nunca usou o dinheiro como condenação, mas como treinamento de caráter.
Ele revela paz, propósito, equilíbrio e generosidade.
Quando entendemos honra, saímos do raso.
O raso critica.
A maturidade constrói.
O Reino não é edificado por quem fala mal, mas por quem entende que generosidade é uma linguagem espiritual.
📖 “Há quem dê generosamente e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar e caem na pobreza.
O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá.”
Provérbios 11:24–25 (NVI)